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30Apr

Conheça as duas atletas paralímpicas que chegaram para integrar o time Radix

Agora, a empresa conta cinco paratletas em sua equipe

Vit%c3%b3ria paratleta Vitória da Silva Ribeiro - Foto: Divulgação

A Radix está com duas novas paratletas em sua equipe: Stephanie Ariodante e Vitória Ribeiro. Elas vêm para se juntar à Susana Schnarndorf, Marcelo Collet e Caio Oliveira que já contam com o patrocínio da empresa desde 2011.

Stephanie Ariodante mora em São Paulo e faz parte da seleção brasileira de natação e compete na categoria S14. A partir do primeiro contato com a piscina, aos 14 anos, a vida de Stephanie começou a mudar. Não demorou para que ela logo estivesse  inserida nos treinos e competições. Aos 17 anos, a jovem já colecionava entre suas medalhas um ouro no  revezamento no Campeonato Mundial de Natação da INAS (Federação Internacional de Esportes para  Deficientes Intelectuais) e um bronze nos 100m peito no Parapan de Jovens no Brasil.

Stephanie Ariodante - Foto: Reprodução

Já Vitória Ribeiro pratica natação desde os 12 anos. Recordista brasileira e no pan-americano nos 100 metros  Borboleta, ela já representou o Brasil também no World Series em Copenhagen, na Dinamarca. Agora, a atleta  se prepara para viajar para ainda mais longe: Tóquio. Ela já foi convocada para os Jogos Paralímpicos que  acontecerão em agosto de 2021 e vai nadar na categoria S8.

Susana Schnarndorf também vai representar o Brasil e a Radix do outro lado do mundo. Aos 52 anos e  nadadora  da categoria S5, ela já alcançou o índice para sua terceira paraolimpíada.

Dando início à sua carreira aos 11 anos, em Porto Alegre, Susana costuma dizer, com bom humor, que nem sabe quantas medalhas já conquistou. Aos 37 anos, ela foi acometida por Múltipla Falência dos Sistemas (MAS), mas antes já tinha conquistado títulos no triatlo, como o pentacampeonato brasileiro, na década de 90. Em 2013, ela foi eleita a melhor atleta feminina de 2013 pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e, na Rio 2016, nadou o revezamento 4x50m livre misto ao lado de Clodoaldo Silva, Joana Silva e Daniel Dias, conquistando a medalha de prata.

Susana Schnarndorf - Foto: Daniel Zappe

Já o paraesportista Marcelo Collet, natural da Bahia, foi o primeiro atleta paralímpico a atravessar o Canal da Mancha, que separa a Inglaterra da França. A travessia aconteceu em 2010 e durou cerca de dez horas. Aos 35 anos Collet, que tem uma prótese na perna esquerda, pratica paratriatlo e está entre os melhores profissionais do ranking mundial na sua categoria. A meta agora também é uma vaga nos Jogos de Tóquio.

Marcelo Collet - Foto: Divulgação​​​​​​

Outro atleta veterano no time da Radix é o nadador Caio Amorim, que decidiu se dedicar ao esporte depois de assistir às Paralimpíadas de Pequim, em 2008. Começou sua carreira no projeto “Nadando Contra a Corrente”, que busca talentos na modalidade. Desde então, Caio soma mais de 200 medalhas. Em 2012, aos 19 anos, o atleta competiu nas Paralimpíadas de Londres. Quatro anos depois, realizou o sonho de participar da Rio-2016.

Os paratletas radixianos são motivo de orgulho para a empresa. A Radix acredita que a prática de esportes possibilita a inclusão social, o sentimento de pertencimento, a superação de desafios, além de benefícios físicos. O apoio é um pequeno passo perto de toda a responsabilidade que as empresas e a sociedade têm.

Mantendo sempre o respeito entre os membros da companhia e da sociedade, a Radix acredita que está no caminho certo na construção de uma história relevante e inspiradora. A realidade é diferente para todos, mas as oportunidades são universais.

Caio Amorim - Foto: Lucas Assis