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“Cérebro” do Museu do Amanhã, desenvolvido pela Radix, completa quatro anos

Megacomputador criado pela Radix controla toda a estrutura do Museu

Museu do amanha Museu do Amanhã, no Centro do Rio de Janeiro

O Museu do Amanhã, na Praça Mauá, no Centro do Rio de Janeiro, está completando quatro anos de atividades sob o comando do “Cérebro”, megacomputador criado pela Radix que controla toda a estrutura do complexo. Inaugurado junto com o museu, o sistema desenvolvido pela multinacional de engenharia e tecnologia conta com seis supermáquinas, que totalizam 26 núcleos de processamento e impressionantes 268 GB de RAM. Além de ter a capacidade de ligar e desligar todos os equipamentos, organiza e exibe aos visitantes um conteúdo global constantemente atualizado e personalizado a partir da experiência de cada um no espaço.

São terabytes de arquivos armazenados, processados e expostos aos visitantes na seção Antropoceno, totalmente gerida pelo “Cérebro”. Dados sobre a exploração de petróleo, produção de lixo e poluição da água, por exemplo, são recebidos em tempo real graças a uma parceria entre mais de 50 organizações em todo o mundo.

“Como o Museu do Amanhã existe para explorar as oportunidades e os desafios que a humanidade terá de enfrentar nas próximas décadas, o ‘Cérebro’ está totalmente conectado a instituições importantes como a Nasa, o Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe) e o Massachusetts Institute of Techonology (MIT), com intuito de exibir informações populacionais e de sustentabilidade e gerar reflexões sobre o impacto da ação do homem no planeta”, conta Max Maciel, Gerente de desenvolvimento de negócios da Radix.

Os dados da exposição ficam disponíveis em 126 computadores, com diversas telas sensíveis ao toque - para interação com os visitantes - e totens, todos controlados pelo “Cérebro”.

Gestão do museu na palma da mão

O “Cérebro” é responsável ainda por outro trabalho importante e invisível aos olhos dos visitantes: o controle interno do Museu do Amanhã. Desde o início da visitação, quando as pessoas recebem o RFID (identificação por radiofrequência), o sistema está armazenando dados sobre o fluxo e o perfil de quem visita.

Por meio de uma interface web para celulares, tablets e computadores, o controle administrativo pode verificar em tempo real quantas pessoas estão dentro do museu, quantos são os pagantes, estudantes e idosos, entre outros dados. Na saída, o computador gera automaticamente um relatório de tudo o que o visitante fez e aprendeu e envia por e-mail.

 

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